domingo, 31 de janeiro de 2010

Mudança

O ser humano em geral tem medo de mudanças. Eu não.  nâo entendem que só se tem uma vida plena se formos capazes de mudar, crescer, duvidar. E que desse ciclo interminável vem todo o nosso crescimento.                                                                                                                              


MUDANÇA!!!

Mude hoje...

Mude agora…

Mude de caminho...

Mude de lado...

Mude sua história...

Mude sua trajetória...

Sem medo de ser feliz...

Mude comece devagar...

Não desista insista...

Mude seu pensar sem perder suas idéias...

Seus sonhos seus amores...

Mude seu estilo de vida...

Reinvente seu destino seu caminhar...

Não se engane... Não tente enganar...

Ame o outro como a você mesmo...

Aperfeiçoe seu sentimento seu querer...

Acredite em você...

Mude...

Viva novos amores...

Troque de carro ande de ônibus...

Aprecie a liberdade...

Veja a vida como se fosse a primeira vez...

Mas siga em frente sem nunca desistir de viver....

Vania Staggemeier

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Amor, o desafio da vida.

Não importa o que tu faças. O que tu realizes. Se não conter amor, não serve para nada.

Se você é um trabalhador, se dirige todos os dias, mecânicamente ao seu local de trabalho, bate o seu cartão, cumpre com as suas obrigações o seu trabalho não cresce, não aparece, falta o fermento, falta amor componente que pode ser visto como entusiasmo, que alimenta a criatividade, a vontade de fazer diferente, de buscar novas alternativas. Dai surgem as grandes inovações.  Há muitos anos, andando pelo Rio Sul, shopping da zona sul do Rio de Janeiro, entrei na loja de Altemio Spinelli, uma loja de sapatos sob medida.  Na ocasião fui atendido pelo próprio, e pude perceber o entusiamo com que ele falava de seus sapatos, suas criações. Spinelli era um sapateiro, igual ao sapateiro do meu bairro, só que um falava de sapatos com uma intensidade contagiante, o outro apenas batia solas de sapato. Um via seus sonhos se realizar a partir das suas criações, o outro nem sonhava.

Amor é o grande fermento da vida. Se colocamos ele em tudo o que fazemos, não tenho dúvidas, viveremos melhor. Nossas relações interpessoais serão de melhor qualidade, nosso trabalho mais aprazível, tudo vibrara melhor. Tudo se tornará mais fácil. Os fluxos vitais ficarão desempedidos.

Observe em sua volta, as pessoas que você vê como bem sucedidas. O que elas tem de diferente em relação a você?  O amor que colocam em sua atividade.

Você é jovem quando seu trabalho é um prazer, você é velho quando seu prazer é um trabalho.  Comparando esta frase de parachoque de caminhão com nossas vidas, avaliando nosso comportamento diante dos desafios, diante da vida, poderemos de forma isenta concluir se estamos no lugar que deveríamos estar ou não.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Passado, presente e futuro

Viver preso ao passado nao nos faz feliz. Quando vivemos a comparar o momento atual,  unico em nossas vidas, com alguma situacao vivida no passado,  tendemos a achar que no passado tudo era melhor. E natural. Afinal o problema solucionado e mais facil, a rusga, a dificuldade superada nos fortalece.  E entao concluimos que tudo era melhor. Quando olho para a minha vida, vejo quantos problemas ja superei,   que quando se apresentaram a mim pareciam insolucionaveis, intransponiveis. Se comparar com os atuais, cuja solucao e incerta, posso erroneamente concluir que no passado tudo era melhor. Uma comparacao para ser justa, precisaria que o tempo parasse, de forma a que pudessemos compara momentos. Mas se eito fosse possivel, estariamos comparando passado com passado. 

Esquecemos que estamos vivos, e que o melhor momento de nossas vidas e este agora, exatamente porque estamos vivos.

Mas e aqueles que vivem em funcao do futuro. Que deixam de viver hoje aquilo que talvez venham a viver amanha. Esta tambem e uma situacao contraditoria. Deixamos de viver agora, para viver um amanha que pode nunca chegar.  Nao tem logica.

A vida e para ser vivida minuto a minuto em seu tempo certo. Nao da para atrazar os ponteiros do relogio e tambem nao da para saber quando nossa viagem por este planeta acaba. Sobra-nos entao viver o momento atual, em sua plenitude. Para isto nao precisamos de muito. Precisamos de tudo na medida certa.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Reflexões

Tenho pensado muito naquilo que me faz feliz.  Também naquilo que podemos chamar de sucesso. Em nascimento e morte. Na vida. No tempo que passou. E no tempo que me resta.

Mas o que me faz feliz?  Uma boa conversa, pessoas agradáveis. Um bom livro, um bom filme. Uma boa música. Jazz.  Contemplar o por do sol da minha janela. Olhar o mar. Passear em Itaipava. Ver meus filhos crescerem.  E sucesso? O que é? Para mim ter um trabalho que me realiza. Fazer o que gosto. Isso é um previlégio. Acredito que a maior parte das pessoas, trabalha porque precisa em algo que é possível. Já eu sou um abençoado. Sempre trabalhei naquilo que gosto. Fiz grandes trabalhos. Contribui para o desenvolvimento dos mercados onde atuo.  Tenho pensado em nascimento e morte. Decididamente não tenho medo de morrer, seria a negação de uma vida plena. Tenho olhado, com um olhar critíco para toda a minha vida. O saldo é positivo. 

E o tempo que me resta.  Pretendo trabalhar até a última hora, se for possível. Mas pretendo viajar mais, amar mais, ler mais, aprender coisas novas. Jogar fora pesos inúteis que carregamos na vida. Verdadeiros fardos.  Chegar a uma determinada idade permite isso: escolher o que você vai carregar pelo resto da vida e jogar fora, limpar as gavetas e armários, tudo aquilo que só te toma tempo.  Como temos menos tempo, precisamos usa-lo com mais inteligência. 

domingo, 17 de janeiro de 2010

Zilda Arns

Minha admiração pela Dna Zilda não é de hoje. A sua luta em prol dos mais desfavorecidos, a sua capacidade de fazer muito, com muito pouco.  A partir de idéias simples, muita dedicação Zilda salvou muitas vidas. Dignificou a carreira de médica, se tornou uma apóstola. Zilda não morreu, afinal não está morto aquele que é lembrado.

Site muito, muito interessante

Se você está preocupado com os rumos do planeta, vale a pena dar uma navegada no site http://www.tedxsaopaulo.com.br/ e acessar o blog com as palestras disponíveis em http://www.tedxsaopaulo.com.br/blog. Um site muito bem feito, com palestras incríveis de pessoas incríveis que se dispõem a pensar um pouco nos rumos do planeta terra. 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Surpreendam-se

Todo aquele que é Pai vive as eternas preocupações com seus filhos.

O que eles serão? Um médico, um engenheiro, ...advogado. Engraçado que ninguém pensa em office boy, faxineiro, jardieiro...
Serão capazes de realizar alguma coisa,  comprar uma casa, um carro, casar, ter filhos.....
Enfim... tudo o que fazemos hoje é tentando idealizar a vida de nossos filhos no futuro.
Esquecemos que fomos cianças, que nossos pais também tinham um milhão de dúvidas, que também não acreditavam que fossemos capazes de andar pelas próprias pernas... e de repente, lá estamos nóis repetindo as mesmas preocupações, tendo as mesmas dúvidas.

Acho que tudo isso poderia ser muito mais simples.
Deveriamos nos preocupar apenas em dar bons exemplos, coerentes, de vida. Deveriamos conversar mais com nossos filhos, ouvi-los mais. Muitas vezes eles estão gritando de medo ao nosso lado e não os vemos, envoltos que estamos em nossos problemas, em nossa construção de uma vida.
Queremos que eles repitam nossas formulas, mesmo que não acreditemos nelas. Repetimos a exaustão que eles tem que fazer isso ou aquilo se querem ser alguém na vida.

E o que é ser alguém na vida? É ter um apartamento de 300m2, ou um carro de R$ 150.000,00, ou viajar três, duas, uma vez ao ano para o exterior.  Acredito firmemente que não. A felicidade não está no ter, e sim no ser.
Acho que nossa única obrigação nesse mundo é ser feliz. Uma pessoa feliz, tem amor pela vida, por si próprio, por alguém. É capaz de ter um orgasmo simplesmente olhando nos olhos da pessoa amada, e isso não tem carnê de prestação que pague.
Gostaria de dizer aos meus filhos: busquem apenas ser felizes...o que vier a mais é troco.  Surpreendam-se. Se deem esse direito.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Esperança

Lá bem do alto do décimo segundo andar do ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenes
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
-ó delicioso vôo
Ela será encontrada miraculamente incólume na calçada,
Outra vez criança,
E em torno dela indagará o povo:
Como é o teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
-O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
      Mario Quintana

domingo, 3 de janeiro de 2010

Gastando o meu tempo

Tem gente que não sabe sair sozinha, não vai nem ao cinema sem companhia. Há casos extremos, dos que não vivem sem o outro. Minha mãe, que mora sozinha numa casa de um bairro afastado (Jacarépagua), já ouviu muitas vezes " Você não tem medo de morar sozinha?". Mas o que essas pessoas queriam mesmo perguntar era "Você não fica muito solitária estando só?"


Viver com ou sem alguém é opção ou circunstância, não deveria ser tábua de salvação.

Para culminar um trecho de Clarice Lispector: "Quanto a meu sábado - que fora da janela se balançava em acácias e sombras - eu preferia, a gastá-lo mal, fechá-lo em mão dura, onde eu o amarfanhava, como a um lenço".

Isso nos faz pensar quantas pessoas gastam mal seu tempo. A uma necessidade imperiosa de ir a algum lugar quando chega o carnaval ou um feriado prolongado, mesmo que este lugar seja um verdadeiro programa de índio. É impossível ir a algum lugar, um mero cinema, desacompanhado. Sentar em um café, pedir uma agua, ler um jornal. Fazer uma viagem.

Enfim as pessoas precisam fazer alguma coisa, gastar o seu tempo, não importa com que e estar sempre acompanhado, não importa com quem.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Fragmentos de minha infância

Tenho muito poucas lembranças de minha infância. Acho que deve ser assim mesmo com a maioria das pessoas. Mas gostaria de me lembrar mais.


As poucas lembranças me remetem a nossa casa em Porto Alegre, na avenida Sete de Setembro. Era uma casa de madeira muito grande. Tinha um quintal enorme, muitas árvres frutiferas --- tinha de tudo, até um parreiral cheio de uvas.


A casa tinha um porão. Nunca entrei nele. Acho que tinha medo do que poderia encontrar. Imaginação de criança.


Tinha também uma edícula, logo ao lado da entrada. Era lá onde nos reuniamos. Lembro papai chegando com a grande novidade: a chegada dos refrigerantes no Brasil. Sim POA foi a primeira cidade do Brasil a ter refrigerante. Era da PEPSI.


Outra lembrança recorrente é de um presente, acho que de Natal, um barco e um submarino. Sempre me lembro deles, da minha alegria fazendo-os navegar na bacia cheia de agua. Eu também tinha um cavalo de pau. Daqueles que são só uma cabeça montada em um cabo de vassouras. Eu uma vez deixei esse cavalo de pau pendurado no varal. Minha mãe passou e ele caiu na cabeça dela. Ela ficou furiosa e tentou me pegar para dar uma surra. Eu comecei a correr em volta da casa, que ficava em centro de terreno. Ficamos a tarde toda nessa corrida de gato e rato sem ela coseguir me pegar. Sorte minha que ela cansou.

Poema do amigo aprendiz

Quer ser o teu amigo.
Nem demais e nem demenos.
Nem tão longe, nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na sua vida, da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar a tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão dificil aprender!!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher teu rosto de lembranças, dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Em caso de despressurização

Não se sinta culpado em pensar em si próprio.
Se quer colaborar com o mundo, comece com você.
Eu estava dentro do avião, prestes a decolar, e pela milionésima vez escutava a orientação do comandante: "Em caso de despressurização da cabine, máscaras cairão automaticamente a sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver ao seu lado. E a imagem do monitor mostrava justamente isso, uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando já com a dela. É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesmo. Um instinto natural de fêmea que somos, todas.
Mas a orientação dentro do avião tem lógica: como poderiamoa ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas? Isso vem ao encontro a algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece com você.
Tem gente a beça fazendo discurso e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender.
Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranquilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reinvidicar o que?
Quer uma cidade mais limpa, comece por seu quarto e banheiro.
Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria muito colocar um sorriso neste rosto, parar de praguejar, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa como a parte ruim danossa história, salvo trgédias pessoais e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário dos que viram um chato.
Antes de falar mal de Caras, pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca.
Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo nas ruas e usar o carro desnecessariamente.
Uma coisa está relacionada com a outra: você e o Universo. Quer salvá-lo? Garanta-se primeiro. Não se sinta culpado em pensar em si próprio. Cuide da sua saúde. Arrume o que é seu. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.

Martha Medeiros

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Quando Tudo começou

Nasci em 07 de Agosto de 1951.
As 20:25 minutos. Segundo uma testemunha ocular da história, estava começando "O seu reporter Esso".
Foi na ilha de Florianópolis.
É eu sou um manézinho da ilha.